Grupo de Oração Espírita Aliança Solidária

Somos um Grupo de amigos que nos reunimos, e inauguramos no dia 24 de novembro de 2004, o GRUPO DE ORAÇÃO ESPÍRITA ALIANÇA SOLIDÁRIA, afim de realizarmos orações, para quem nos pedir auxílio, para suas dores e sua saúde.

7/2/08

GRUPO DE ORAÇÃO ESPÍRITA ALIANÇA SOLIDÁRIA

Nosso Objetivo é propagar a Através das Orações em Busca de AMOR e PAZ

Tentaremos também comentar um pouco, nesse nosso humilde espaço, sobre alguns benfeitores espirituais, essas personalidades maravilhosas, que através do médium Chico Xavier, nos deixaram várias psicografias, nos instruindo como transformar todo o nosso aprendizado, numa bagagem preciosa para nosso caminho evolutivo.

Visite nosso site :

http://goeas.no.comunidades.net/

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20/11/07

Comentários Sobre o GRUPO de ORAÇÃO

Nosso Grupo de Oração Espírita Aliança Solidária, tem como objetivo praticar a caridade por meio da doação de fluidos renovadores. Praticando assim a caridade, por meio dessa doação amorosa de vibrações fraternais. Acreditamos assim, que constitui uma forma, um caminho também para fazermos a caridade aos nossos irmãos do caminho. Os irmãos que são Kardecistas, sabem que nós nos encontramos num planeta que foi designado por Deus, para ser de prova e expiações, e com isso sabemos o quanto nos é difícil evoluir, caminhar nesse planeta sem escaparmos dos problemas, pois onde se encontram irmãos de todos os níveis de progresso evolutivo, a jornada se tornar um pouco conturbada. Atualmente encontramos irmãos egoístas e insensíveis, onde a dor alheia, não os interessa, e aprendemos estudando os passos de Jesus Cristo, que orar por aqueles que você não conhece, é um grande aprendizado, que constrói em nossos corações, grande alicerce de amor fraternal. Se o amor que temos por nossos entes queridos, nos torna melhores diante de Deus e da espiritualidade amiga, a oração pela renovação fluídica, pela paz no lar, pelas famílias desamparadas, pelos viciosos, pelas dores e solidões do nosso mundo, nos impregna com a bondade de Deus e nos ensina o caminho da espiritualidade amiga, dando a nossa mediunidade uma função santificadora da oração, e Jesus disse: “Onde quer que se encontrem duas ou três pessoas reunidas em meu nome, Eu com elas estarei.” (Mateus cap. XVIII verc. 20) (Do livro Evangelho Segundo o Espiritismo cap.XXVIII número 4 até 7). Existe varias formas de orarmos. Em nosso trabalho de oração, mantemos nossa atenção primeiro no estudo escolhido para a noite, comentamos e depois nos recolhemos em preces, onde elevamos nossa atenção só para Deus, mantendo nossa essência, num estado de concentração superior, nos alinhando com a espiritualidade de Luz. Nossos dias de orações, são de paz e alegria, e nossa concentração é naturalmente calma. A concentração se torna muito diferente do esforço para prestarmos atenção em algo, ou quando estamos cansados, ou entediados, ou até quando existe a possibilidade de sermos assediados por sentimentos intrusos, como a ansiedade ou a raiva. Estamos cada dia mais aprendendo que nossas orações pelos nossos irmãos, nos ensinam a nos sentir num estado altamente motivado em só fazermos o bem. E notamos que esse sentimento, até parece ter um “subproduto”, que é a felicidade e a paz. A oração representa, talvez, a última palavra na canalização do amor e da energia vital, a serviço do próximo e do aprendizado mediúnico. Na oração nossa energia vital e nosso amor são dirigidos, de forma positiva, alinhando-se com a tarefa que se estiver mentalizando. Os efeitos benéficos da oração são maravilhosos.

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29/10/07

Objetivo da ORAÇÃO

Dando continuidade, comentaremos um pouco sobre o OBJETIVO da ORAÇÃO.
Deus tem um propósito a realizar, com cada um de nós, e para que isso aconteça, basta que o homem esteja disposto a orar, para que assim se estabeleça Sua Vontade aqui na Terra. Está é a função da oração, preparar um caminho para que Deus realize Sua Vontade, assim como uma locomotiva necessita dos trilhos para andar, Deus necessita da oração do homem para levar adiante Sua Vontade, sendo assim o homem deve fazer com que sua vontade seja unida a Vontade de Deus para que se estabeleçam seus desígnios, como podemos ver em :
(1 Jo 5: 14-15. “E esta é a confiança que temos para com Ele, que se pedirmos alguma coisa segundo a Sua Vontade, Ele nos ouve. E, se sabemos que Ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obteremos os pedidos que lhe temos feito.”) A oração tem como objetivo, que nós venhamos a fazer uma ligação direta com o Nosso Pai Celestial, aqui na terra. A oração é o estabelecimento de um diálogo do homem com Deus, sendo que, devemos estar atentos as respostas de Deus, que vem através de nossas intuições ou através de circunstâncias exteriores (alguns sinais). É através da oração que nós colocamos nossas ansiedades nas mãos de Deus, crendo que Ele nos dará paz interior necessária para a nossa caminhada, e assim, exaltando de dentro de nós, fé, forças e confianças suficientes para resolvermos todos os nossos problemas, da melhor maneira possível, nos fazendo crescer espiritualmente. Quando somos iluminados por Deus, direto na nossa consciência, a respeito dos nossos deslizes, devemos imediatamente pedir perdão a Deus e aos que acabamos infligindo pela nossa jornada, através da oração, pedindo para sermos perdoados. Devemos estar sempre orando, para sermos guardados das tentativas dos irmãos menos esclarecidos, que pretendam nos desvirtuar do caminho de Deus. Podemos dizer que a oração é o nosso termômetro espiritual, quando nós não conseguimos orar, indica que não estamos bem espiritualmente. Devemos aprender a observar o falar Divino, em nosso espírito, enquanto estamos orando, pois Deus se comunica sempre conosco e cabe a nós, utilizarmos os nossos conhecimentos e a nossa razão, discernirmos se é ou não de Deus que nos inspira ou se é os nossos irmãos malfazejos, tentando nos enganar, lançando pensamentos em nossa mente que suficientemente nos induziram ao erro. Oração é algo sério, específico, objetivo, e segue regras e princípios estabelecidos nas leis de Deus, e a tentativa de orar em desarmonia com essas leis, resulta em experiências frustantes.
Paulo declara em Efésios cap.6 – verc.18 – “Com toda oração e súplica, orando em todo o tempo no espírito e para isto vigiando com toda a perseverança e súplica por todos os santos.”

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20/8/07

Falar com DEUS

A oração é um enigma. Muitos a consideram como algo místico e outros um problema. Alguns têm dificuldades em estabelecer o HÁBITO da ORAÇÃO. A raiz deste mal esta no próprio homem, que possui uma grande tendência para complicar as coisas simplicíssimas ligadas à vida espiritual. Orar, é como se conversa com Deus, Jesus e com o plano Espiritual. Isto deve ser feito com naturalidade, como um simples diálogo entre amigos. Onde Orar? Qualquer lugar é lugar para se falar com o Nosso Pai Maior. Onde você está agora, é um ótimo lugar. Por exemplo: Para quem esta dirigindo: Pode ser nas rodovias, no trânsito, podemos elevar uma prece a Deus! Quem está fazendo caminhada: Pode orar sem problema, na rua, nos campos! Quem está em casa: Ora também em casa! Quem está na igreja: Ora na Igreja!
Quem está no trabalho: Ora no trabalho, com certeza também! Quem está praticando esporte: Pode orar enquanto executa os exercícios! Resumindo, devemos estar sempre ligados ao Pai, e isto independe do local onde estamos ou de nossa ocupação. Não nos limitemos pelas muitas palavras, dogmas, Determinações inventadas pelos homens, como sendo necessário para uma Oração Perfeita. Perfeito deve ser o amor que reside em nosso coração, na mais pura elevação de sintonia com o Pai. Assim, estaremos no caminho para desenvolvermos os passos, que nos levarão a partilharmos de uma vida repleta da mais pura e verdadeira felicidade, que será irrepreensível diante do Pai, do Mestre Amado Jesus e de todos os nossos amigos espirituais.
**** - ****
“…Que Deus Pai e o Nosso Mestre Jesus concedam a paz aos irmãos, bem como a e o AMOR. A graça esteja com todos os que amam a Nosso Senhor Jesus Cristo com FIDELIDADE INABALÁVEL.”
Efésios cap.6 – Verc. 23 e 24

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Eurípedes Barsanulfo

Eurípedes Barsanulfo

Nascido em 1º de maio de 1880, na pequena cidade de Sacramento, Estado de Minas Gerais, e desencarnado na mesmo cidade, aos 38 anos de idade, em 1o. de novembro de 1918.
Logo cedo manifestou- se nele profunda inteligência e senso de responsabilidade, acervo conquistado naturalmente nas experiências de vidas pretéritas.
Era ainda bem moço, porém muito estudioso e com tendências para o ensino, por isso foi incumbido pelo seu mestre- escola de ensinar aos próprios companheiros de aula. Respeitável representante político de sua comunidade, tornou- se secretário da Irmandade de São Vicente de Paula, tendo participado ativamente da fundação do jornal "Gazeta de Sacramento" e do "Liceu Sacramentano". Logo viu- se guindado à posição natural de líder, por sua segura orientação quanto aos verdadeiros valores da vida.
Através de informações prestadas por um dos seus tios, tomou conhecimento da existência dos fenômenos espíritas e das obras da Codificação Kardequiana. Diante dos fatos voltou totalmente suas atividades para a nova Doutrina, pesquisando por todos os meios e maneiras, até desfazer totalmente suas dúvidas.
Despertado e convicto, converteu- se sem delongas e sem esmorecimentos, identificando-se plenamente com os novos ideais, numa atitude sincera e própria de sua personalidade, procurou o vigário da Igreja matriz onde prestava sua colaboração, colocando à disposição do mesmo o cargo de secretário da Irmandade.
Repercutiu estrondosamente tal acontecimento entre os habitantes da cidade e entre membros de sua própria família. Em poucos dias começou a sofrer as conseqüências de sua atitude incompreendida.
Persistiu lecionando e entre as matérias incluiu o ensino do Espiritismo, provocando reação em muitas pessoas da cidade, sendo procurado pelos pais dos alunos, que chegaram a oferecer- lhe dinheiro para que voltasse atrás quanto à nova matéria e, ante sua recusa, os alunos foram retirados um a um.
Sob pressões de toda ordem e impiedosas perseguições, Eurípedes sofreu forte traumatismo, retirando- se para tratamento e recuperação em uma cidade vizinha, época em que nele desabrocharam várias faculdades mediúnicas, em especial a de cura, despertando- o para a vida missionária. Um dos primeiros casos de cura ocorreu justamente com sua própria mãe que, restabelecida, se tornou valiosa assessora em seus trabalhos.
A produção de vários fenômenos fez com que fossem atraídas para Sacramento centenas de pessoas de outras paragens, abrigando- se nos hotéis e pensões, e até mesmo em casas de famílias, pois a todos Barsanulfo atendia e ninguém saía sem algum proveito, no mínimo o lenitivo da fé e a esperança renovada e, quando merecido, o benefício da cura, através de bondosos Benfeitores Espirituais.
Auxiliava a todos, sem distinção de classe, credo ou cor e, onde se fizesse necessária a sua presença, lá estava ele, houvesse ou não condições materiais.
Jamais esmorecia e, humildemente, seguia seu caminho cheio de percalços, porém animado do mais vivo idealismo. Logo sentiu a necessidade de divulgar o Espiritismo, aumentando o número dos seus seguidores. Para isso fundou o "Grupo Espírita Esperança e Caridade", no ano de 1905, tarefa na qual foi apoiado pelos seus irmãos e alguns amigos, passando a desenvolver trabalhos interessantes, tanto no campo doutrinário, como nas atividades de assistência social.
Certa ocasião caiu em transe em meio dos alunos, no decorrer de uma aula. Voltando a si, descreveu a reunião havida em Versailles, França, logo após a I Guerra Mundial, dando os nomes dos participantes e a hora exata da reunião quando foi assinado o célebre tratado.
Em 1o. de abril de 1907, fundou o Colégio Allan Kardec, que se tornou verdadeiro marco no campo do ensino. Esse instituto de ensino passou a ser conhecido em todo o Brasil, tendo funcionado ininterruptamente desde a sua inauguração, com a média de 100 a 200 alunos, até o dia 18 de outubro, quando foi obrigado a cerrar suas portas por algum tempo, devido à grande epidemia de gripe espanhola que assolou nosso país.
Seu trabalho ficou tão conhecido que, ao abrirem- se as inscrições para matrículas, as mesmas se encerravam no mesmo dia, tal a procura de alunos, obrigando um colégio da mesma região, dirigido por freiras da Ordem de S. Francisco, a encerrar suas atividades por falta de freqüentadores.
Liderado a pulso forte, com diretriz segura, robustecia- se o movimento espírita na região e esse fato incomodava sobremaneira o clero católico, passando este, inicialmente de forma velada e logo após, declaradamente, a desenvolver uma campanha difamatória envolvendo o digno missionário e a doutrina de libertação, que foi galhardamente defendida por Eurípedes, através das colunas do jornal "Alavanca", discorrendo principalmente sobre o tema: "Deus não é Jesus e Jesus não é Deus", com argumentação abalizada e incontestável, determinando fragorosa derrota dos seus opositores que, diante de um gigante que não conhecia esmorecimento na luta, mandaram vir de Campinas, Estado de S. Paulo, o reverendo Feliciano Yague, famoso por suas pregações e conhecimentos, convencidos de que com suas argumentações e convicções infringiriam o golpe derradeiro no Espiritismo.
Foi assim que o referido padre desafiou Eurípedes para uma polêmica em praça pública, aceita e combinada em termos que foi respeitada pelo conhecido apóstolo do bem.
No dia marcado o padre iniciou suas observações, insultando o Espiritismo e os espíritas, "doutrina do demônio e seus adeptos, loucos passíveis das penas eternas", numa demonstração de falso zelo religioso, dando assim testemunho público do ódio, mostrando sua alma repleta de intolerância e de sectarismo.
A multidão que se mantinha respeitosa e confiante na réplica do defensor do Espiritismo, antevia a derrota dos ofensores, pela própria fragilidade dos seus argumentos vazios e inconsistentes.
O missionário sublime, aguardou serenamente sua oportunidade, iniciando sua parte com uma prece sincera, humilde e bela, implorando paz e tranqüilidade para uns e luz para outros, tornando o ambiente propício para inspiração e assistência do plano maior e em seguida iniciou a defesa dos princípios nos quais se alicerçavam seus ensinamentos.
Com delicadeza, com lógica, dando vazão à sua inteligência, descortinou os desvirtuamentos doutrinários apregoados pelo Reverendo, reduzindo- o à insignificância dos seus parcos conhecimentos, corroborado pela manifestação alegre e ruidosa da multidão que desde o princípio confiou naquele que facilmente demonstrava a lógica dos ensinos apregoados pelo Espiritismo.
Ao terminar a famosa polêmica e reconhecendo o estado de alma do Reverendo, Eurípedes aproximou- se dele e abraçou- o fraterna e sinceramente, como sinceros eram seus pensamentos e suas atitudes.
Barsanulfo seguiu com dedicação as máximas de Jesus Cristo até o último instante de sua vida terrena, por ocasião da pavorosa epidemia de gripe que assolou o mundo em 1918, ceifando vidas, espalhando lágrimas e aflição, redobrando o trabalho do grande missionário, que a previra muito antes de invadir o continente americano, sempre falando na gravidade da situação que ela acarretaria.
Manifestada em nosso continente, veio encontrá-lo à cabeceira de seus enfermos, auxiliando centenas de famílias pobres. Havia chegado ao término de sua missão terrena. Esgotado pelo esforço despendido, desencarnou no dia 1o. de novembro de 1918, às 18 horas, rodeado de parentes, amigos e discípulos.
Sacramento em peso, em verdadeira romaria, acompanhou- lhe o corpo material até a sepultura, sentindo que ele ressurgia para uma vida mais elevada e mais sublime.

(Referência: Site de biografias espíritas da Internet - http://www.espiritismogi.com.br/biografias/euripedes.htm)

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11/8/07

Caírbar Schutel

Caírbar Schutel

Início do século XX, primeiros passos no programa de divulgação do Espiritismo, surgiu um vulto que se destacou. Seu nome, Caírbar de Souza Schutel, nascido no dia 22/09/1868, filho do casal Anthero de Souza Schutel e Rita Tavares Schutel, no Rio de Janeiro, então sede do Império no Brasil. Aos 17 anos de idade, se despede do avô, e vai para o Estado de São Paulo, trabalhar como farmacêutico em Piracicaba, Araraquara e depois em Matão, cidade em que viveu durante 42 anos. Tornou-se rapidamente um profissional respeitável, apesar de sua pouca idade. Já adulto e vivendo em Matão, passou a receber, em sonhos, a visita constante de seus falecidos pais, porque ele ficara órfão de ambos com menos de 9 anos de idade. Insatisfeito com as explicações de um padre para o fenômeno, Schutel procura o espírita Manoel Pereira do Prado, mais conhecido por Manoel Calixto, que na época era um dos poucos e o mais destacado espírita do lugar. Embora não sendo profundo conhecedor dos princípios básicos da Codificação Kardequiana, Manoel Calixto conseguiu impressionar Caírbar, com uma mensagem mediúnica de elevado cunho espiritual. Assim, Caírbar prometeu restaurar, na Terra, os ensinamentos legados por Jesus Cristo quase vinte séculos. Caírbar integrou-se no conhecimento das obras fundamentais da Doutrina Espírita e tão logo se sentiu compenetrado daquilo que ela ensina, funda no dia l5/07/1904, o primeiro núcleo espírita, denominando-o "Centro Espírita Amantes da Pobreza". Não satisfeito com essa arrojada realização, em 08/1905, lançou a primeira edição do jornal "O Clarim", que se constituiu, de direito e de fato, num dos mais tradicionais e respeitáveis veículos da imprensa espírita. Fundo também a RIE - Revista Internacional de Espiritismo no dia 15/02/1925, ambos circulando até hoje. Viajava semanalmente até a cidade de Araraquara para proferir, aos domingos, as suas famosas 15 "Conferências Radiofônicas", pela Rádio Cultura de Araraquara (PRD - 4), e essa foi a sua grande marca deixada, pois através dos programas radiofônicos (depois transformados em livros), foi o que fizeram dele, um comunicador por excelência. Numa época quando pontificava verdadeira intolerância religiosa e quando o Espiritismo e outras religiões sofriam o impacto da ação exercida pela religião majoritária, Caírbar Schutel também teve o seu Calvário: um sacerdote reacionário e profundamente intolerante, resolveu promover gestões no sentido de fechar as portas do Centro Espírita, usando como arma ardilosa uma campanha persistente no sentido de fazer com que a farmácia de Caírbar fosse boicotada pelo povo. Com o apoio do delegado de polícia, conseguiu deste a ordem para o fechamento do Centro Espírita. Caírbar Schutel, no entanto, não era os dos que se intimidavam, e contra o padre e o delegado, levantou a barreira da sua autoridade moral e da sua coragem. Em face da tremenda pressão exercida, Caírbar anunciou que falaria ao povo em praça pública, para explicar as acusações, que os sacerdotes estavam atribuindo. Expressou a idéia de que, se a liberalíssima Constituição brasileira permitia esse direito a Caírbar, a Igreja não deveria se colocar contra. A igreja alicia um grupo de homens fanatizados, e marcha para a praça pública, cantando hinos e cantorias fúnebres, portando além disso, vários tipos de armas. Essa barulhenta manifestação provocou a repulsa de algumas pessoas cultas da cidade, as quais, dirigindo-se à praça, pediram o consentimento do orador, para de público, manifestarem a desaprovação àquelas manifestações e responsabilizando o padre pelas conseqüências danosas daquele desrespeito à Carta Magna, afirmando que o orador tinha todo o direito de falar e de se defender. Diante dessa reação, o padre decidiu dispersar os acompanhantes, o que possibilitou a Caírbar prosseguir na defesa dos seus direitos e dos seus ideais. Caírbar sabia ser amigo até dos seus próprios inimigos. Era um escritor fértil, entre 1911 e 1937 escreveu alguns livros, como por exemplo: Conferências radiofônicas, Histeria e fenômenos psíquicos, O diabo e a igreja, Os fatos espíritas e as forças X…, Espiritismo e materialismo, Preces espíritas, Vida e atos dos apóstolos, A vida no outro mundo e Espiritismo para crianças…etc. Depois de curta enfermidade, Caírbar Schutel faleceu em Matão, no dia 30 de janeiro de 1938. Durante e após suas exéquias, inúmeras pessoas de Matão, das cercanias, do Estado de São Paulo e de diversas regiões do Brasil prestaram-lhe comovente tributo de gratidão e reconhecimento pelo trabalho desenvolvido, pois ele jamais teve atitudes de indiferença ou discriminação quanto aos pobres e necessitados, que o procuravam. Dizem algumas comunicações mediúnicas que o Espírito de Caírbar Schutel, está no mundo espiritual, encarregado pela divulgação do Espiritismo na Terra; podendo-se afirmar que ele é um dos espíritos coordenadores da expansão do pensamento espírita, inclusive no âmbito internacional. Esse nobre movimento espírita, se deve muito ao querido "Bandeirante do Espiritismo", assim também como, à sua digníssima esposa Dª. Maria Elvira da Silva Schutel. Enfim, o trabalho iniciado pelos espíritos, percebido por Allan Kardec – que lhe organizou metodicamente os ensinamentos, vitalizado pela marcante presença de Francisco Cândido Xavier, mas igualmente estimulado pelo trabalho de homens da fibra de Caírbar Schutel, e entre tantos anônimos ou conhecidos, do presente ou do passado, é fator que nos convida à reflexão. Caírbar Schutel, um homem de fé, orador convincente, trabalhador infatigável, dinâmico, realizador e portador dos mais vivificantes exemplos de virtude cristã.
E nós, que atuações estamos tendo, para continuar referido empreendimento, cujo objetivo é espiritualizar o ser humano? Exemplos não nos faltam. Entre eles, esse maravilhoso comunicador por excelência, Caírbar de Souza Schutel.

(Referência: Caírbar Schutel - Eliseu F. da Mota Júnior - http://www.espirito.org.br/portal/biografias/cairbar-schutel-2.html
- Portal do Espírito)

(Parte do texto também tirado do site do Jornal dos espíritos) e do (Site http://www.feparana.com.br/biografias/cairbar_schutel.htm )

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Bezerra de Menezes

Adolfo Bezerra de Menezes

 Adolfo Bezerra de Menezes nasceu na antiga Freguesia do Riacho do Sangue (hoje Jaguaretama), no Estado do Ceará, no dia 29 de agosto de 1831, de família católica e desencarnou no Rio de Janeiro, no dia 11 de abril de 1900. No ano de 1838 entrou para a escola pública da Vila do Frade, e devido à sua prestimosa inteligência, inerente a todos os espíritos superiores, distinguiu-se nos estudos desde cedo, sendo sempre o 1o aluno de sua classe. Aos 13 anos, conhecia tão bem o latim que ele próprio o ministrava aos seus companheiros, substituindo o professor da classe em seus impedimentos. Seu pai, o capitão das antigas milícias e tenente- coronel da Guarda Nacional, Antônio Bezerra de Menezes, homem severo, de honestidade a toda prova e de ilibado caráter, tinha bens de fortuna em fazendas de criação. Com a política, e por efeito do seu bom coração, que o levou a dar abonos de favor a parentes e amigos, que o procuravam para explorar- lhe os sentimentos de caridade, comprometeu aquela fortuna. Percebendo, porém, que seus débitos igualavam seus haveres, procurou os credores e lhes propôs entregar tudo o que possuía, o que era suficiente para integralizar a dívida. Os credores, todos seus amigos, recusaram a proposta, dizendo- lhe que pagasse como e quando quisesse. O velho honrado insistiu; porém, não conseguiu demover os credores sobre essa resolução, por isso deliberou tornar- se mero administrador do que fora sua fortuna, não retirando dela senão o que fosse estritamente necessário para a manutenção da sua família, que assim passou da abastança às privações. Animado do firme propósito de orientar- se pelo caráter íntegro de seu pai, Bezerra de Menezes, com minguada quantia que seus parentes lhe deram, e animado do propósito de sobrepujar todos os empecilhos, partiu para o Rio de Janeiro a fim de seguir a carreira que sua vocação lhe inspirava: a Medicina.

Continuem a ler a história e vida dessa maravilhosa personalidade espírita nos endereços eletrônicos abaixo.

(Referência: Site de biografias espíritas da Internet - http://www.espiritismogi.com.br/biografias/bezerra.htm) 

                                                       

(Referência: Bezerra de Menezes - Baptista, Eva Patrícia.
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/neurj/bezerra.html
- Portal do Espírito)

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9/8/07

Maria Dolores

Maria Dolores

Maria Dolores, Maria de Carvalho Leite, nascia na cidade sertaneja de Bonfim de Feira - BA, no dia 10 de Setembro de 1900, filha de Hermenegildo Leite, escrivão da prefeitura, e da doméstica Balmina de Carvalho Leite. Em Bonfim passou a infância junto com três irmãos e duas irmãs.

Em 1916, diplomou-se Professora pelo Educandário dos Perdões, considerada pelas colegas e professores como adolescente prodígio, graças a rara inteligência.

"A poesia começou a senti-la na cidade natal, ainda quase criança, a transformar-se, mais tarde na poetisa de bons versos que todos conhecemos".

Reuniu alguns de seus poemas no livro "Ciranda da Vida". sendo reconhecida na Capital pela sua arte, passou a escrever nos jornais "Diário de Notícias" e "O Imparcial" sendo, neste último, Redatora-Chefe da "Página Feminina". Durante 13 anos, escrevera nos jornais citados, mostrando um mundo de ternura que trazia dentro de si, adaptando pseudônimo de "Maria Dolores".

Dolores lecionou nos Educandário dos Perdões e Ginásio Carneiro Ribeiro, em Salvador. Daí, porque entendemos o seu modo todo especial de ensinar, através dos versos as almas aflitas.

Mas a sua vida não poderia ser somente flores: estava-lhe reservada uma prova de sofrimentos morais.

Casara-se com o médico Odilon Machado. Suportando infeliz consórcio durante alguns anos, finalmente deu-se a solução pelo desquite. Não houve filhos desta união, como nunca os teria Maria Dolores.

Em sua peregrinação, morou em várias cidades da Bahia, e foi em Itabuna que conheceu Carlos Carmine Larocca, italiano radicado no Brasil; tornou-se sua companheira ajundando-o, ombro a ombro, em suas atividades.

Notamos nos seus versos o quanto sofrera, buscando algo que não encontrava: a sua complementação afetiva, tal como fora planejado pela providência, para que buscasse o Amor Maior, que ela soube encontrar um dia - Jesus ! Tanto sofrimento não foi capaz de torná-la indiferente ao sofrimento humano. Na emprensa, falava dos direitos humanos e do sofrimento dos menos felizes. Não foi compreendida: tacharam-na de "comunista" tendo de responder sobre as acusações que lhe faziam, pois fora intimada.

Em menina, fora católica; em adulta, o sofrimento fizera-lhe conhecer a Doutrina de Allan Kardec, e veio a consolação, a aceitação do sofrimento.

Tornou-se membro integrante da Legião da Boa Vontade, com o seu espírito aberto e cheio de ideais.

Fazia campanhas, prendas para os bazares realizados em sua própria casa. Fundara um grupo que se reunia em sua residência todas as semanas, quando saíam para distribuir, nos bairros carentes escolhidos, farnéis, roupas, remédios… Chamavam-se "As Mensageiras do Bem". No natal, faziam campanhas e distribuíam donativos assim como nos Dia das Mães. Dolores costurava enxovais, vendia o que era seu ou emprestava; às vezes, fazia dívidas para si, a fim de ajudar alguém.

Trazia em si, um grande sentido maternal e, como não lhe foi dado o direito da maternidade, adotou 6 meninas. Carlos (o esposo) estava na Itália quando Dolores adoecera, a pneumonia manisfestara-se de uma forma violenta. No dia 27 de Agosto de 1959 ela partia de volta a Pátria Espiritual.

(Referência: Site de biografias espíritas da Internet - http://www.espiritismogi.com.br/biografias/maria_dolores.htm)

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8/8/07

André Luiz

André Luiz

André Luiz, é o pseudônimo utilizado por um espírito que foi médico, sanitarista, na sua última existência, e que desencarnou numa clínica do Rio de Janeiro pelo início da década de trinta. Segundo palavras de André Luiz, optou pelo anonimato, quando da decisão de enviar notícias do além-túmulo, por compreender que "a existência humana apresenta grande maioria de vasos frágeis, que não podem conter ainda toda a verdade".
Emmanuel, declara no prefácio de "Nosso Lar", que ele, "por trazer valiosas impressões aos companheiros do mundo, necessitou despojar-se de todas as convenções, inclusive a do próprio nome, para não ferir corações amados, envolvidos ainda nos velhos mantos da ilusão."
Imensa curiosidade cerca o benfeitor e aventam-se hipóteses sobre sua verdadeira personalidade. André Luiz é considerado o verdadeiro repórter de além-túmulo. Relata-nos numa séria de 11 livros a experiência do seu pensamento, as dificuldades iniciais, o reencontro com familiares e conhecidos que o precederam na partida para o plano espiritual, a observação e as expedições de estudo junto de Espíritos de elevada evolução. Esses relatos começam com o já célebre, livro “NOSSO LAR” (nome duma cidade do plano espiritual, onde ele descreve as atividades de uma cidade espiritual próxima à Terra, e transformando-se em objeto de estudo, discussão e deslumbramento nos círculos espíritas do país. Portas até então cerradas se abrem de par em par, revelando vida e trabalho, continuidade e justiça onde imperavam dúvidas e suposições.), hoje traduzido em vários idiomas, entre eles o Japonês e o Esperanto e que já vai na 40ª edição em Português, com 800.000 exemplares editados até hoje. Obra que também iria causar, e ainda causa, uma certa polemica. Um dia, no futuro, os médicos, os psicólogos, os sociólogos, etc., ficarão admirados pela sabedoria neles contida, que já no século XX se encontrava no Planeta, apontando diretrizes segura para a felicidade e paz entre os homens. E assim no ano de 1944, marca a estréia de André Luiz no mercado editorial espírita brasileiro, revolucionando, de certo modo, a concepção geral acerca da vida pós-túmulo.

(Referência: Site de biografias espíritas da Internet - http://www.espiritismogi.com.br/biografias/chico.htm)

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Meimei

MEIMEI   -    (Irma de Castro Rocha)
(*22/10/1922 - +01/10/1946)

RESUMO BIOGRÁFICO:
Homenageada por tantas casas espíritas, que adotam o seu nome; autora de vários livros psicografados por Chico Xavier, entre eles: "Pai Nosso", "Amizade", "Palavras do Coração", "Cartilha do bem", "Evangelho em Casa", "Deus Aguarda", "Mãe" etc… e, no entanto, tão pouco conhecida pelos testemunhos que teve de dar quando em vida, Irma de Castro - seu nome de batismo - foi um exemplo de resignação ante a dor, que lhe ceifou todos os prazeres que a vida poderia permitir a uma jovem cheia de sonhos e de esperanças. Meimei nasceu em 22 de outubro de 1922, na cidade de Mateus Leme - MG e transferiu residência para Belo Horizonte em 1934, onde conheceu Arnaldo Rocha, com quem se casou aos 22 anos de idade, tornando-se então, Irma de Castro Rocha. O casamento durou apenas dois anos, pois veio a falecer com 24 anos de idade, no dia 01 de Outubro de 1946, na cidade de Belo Horizonte-MG, por complicações generalizadas devidas a uma nefrite crônica.
A Origem da Doença
Durante toda a infância Meimei teve problemas em suas amígdalas. Tinha sua região glútea toda marcada por injeções. Logo após o casamento, voltou a apresentar o quadro, tendo que se submeter a uma cirurgia para extração dessas glândulas. Infelizmente, após a operação, um pequeno pedaço permaneceu em seu corpo, dando origem a todo o drama que viria a ter que enfrentar, pois o quadro complicou-se com perturbações renais que culminaram com hipertensão arterial e craniana.
O Sofrimento
Devido à hipertensão, passou a apresentar complicações oculares, perdendo progressivamente a visão e tendo que ficar dia e noite em um quarto escuro, sendo que nos dois últimos dias de vida já estava completamente cega. Durante os últimos dias de vida, o sofrimento aumentou. Tinha de fazer exames de urina, sangue e punções na medula, semanalmente. Segundo Arnaldo Rocha, seu marido, Meimei viveu esse período com muita resignação, humildade e paciência.
O Desencarne
Os momentos finais foram muito dolorosos. Seus pulmões não resistiram, apresentando um processo de edema agudo, fazendo com que ela emitisse sangue pela boca. Seus últimos trinta minutos de vida foram de desespero e aflição. Mas, no final deste quadro, com o encerramento da vida física, seu corpo voltou a apresentar a expressão de calma que sempre a caracterizou. Meimei foi enterrada no cemitério do Bonfim, em Belo Horizonte.
Surge Chico Xavier
Aproximadamente cinqüenta dias após a desencarnação da esposa, Arnaldo Rocha, profundamente abatido, acompanhado de seu irmão Orlando, que era espírita, descia a Av. Santos Dumont, em Belo Horizonte, quando avistou o médium Chico Xavier. Arnaldo não era espírita e nunca privara da companhia do médium até aquele momento. Quase dez anos atrás haviam-no apresentado a ele, muito rapidamente. Ele devia ter pouco mais de doze anos. O que aconteceu ali, naquele momento, mudou completamente sua vida. E é ele mesmo quem narra o ocorrido: "Chico olhou-me e disse: "Ora gente, é o nosso Arnaldo, está triste, magro, cheio de saudades da querida Meimei"… Afagando-me, com a ternura que lhe é própria, foi-me dizendo: "Deixe-me ver, meu filho, o retrato de nossa Meimei que você guarda na carteira." E, dessa forma, após olhar a foto que Arnaldo lhe apresentara, Chico lhe disse: - Nossa querida princesa Meimei quer muito lhe falar!"
E, naquela noite, em uma reunião realizada em casa de amigos espíritas de Belo Horizonte, Meimei deixou sua primeira mensagem psicografada. E, com o passar dos anos, Chico foi revelando aos amigos mais chegados que Meimei era a mesma Blandina, citada por André Luiz na obra "Entre a Terra e o Céu" (capítulos 9 e 10), que morava na cidade espiritual "Nosso Lar"; disse, também, que ela é a mesma Blandina, filha de Taciano e Helena, que Emmanuel descreve no romance "Ave Cristo", e que viveu no terceiro século depois de Jesus.
Enfim, para concluir, resta apenas dizer que "Meimei" era um apelido carinhoso que o casal Arnando-Irma passou a usar, após a leitura de um conto chamado "Um Momento em Pequim", de autor americano. Ambos passaram a se tratar dessa forma: "Meu Meimei". E, segundo Arnaldo, Chico não poderia saber disso.
(Meimei - expressão chinesa que significa "amor puro")
Materialização de Meimei
"Uma noite, sentimos um delicioso perfume. Intimamente, achei que era o mesmo que Meimei costumava usar. Surpreendi-me quando percebi que o corredor ia se iluminando aos poucos, como se alguém caminhasse por ele portando uma lanterna. Subitamente, a luminosidade extinguiu-se. Momentos depois, a sala iluminou-se novamente. No centro dela, havia como que uma estátua luminescente. Um véu cobria-lhe o rosto. Ergueu ambos os braços e, elegantemente, etereamente, o retirou, passando as mãos pela cabeça, fazendo cair uma cascata de lindos cabelos pretos, até a cintura. Era Meimei. Olhou-me, cumprimentou-me e dirigiu-se até onde eu estava sentado. Sua roupagem era de um tecido leve e transparente. Estava linda e donairosa! Levantei-me para abraçá-la e senti o bater de seu coração espiritual. Beijamo-nos fraternalmente e ela acariciou o meu rosto e brincou com minhas orelhas, como não podia deixar de ser. Ao elogiar sua beleza, a fragrância que emanava, a elegância dos trajes, em sua tênue feminilidade, disse-me: - "Ora, meu Meimei, aqui também nos preocupamos com a apresentação pessoal! A ajuda aos nossos semelhantes, o trabalho fraterno fazem-nos mais belos e, afinal de contas, eu sou uma mulher! Preparei-me para você, seu moço! Não iria gostar de uma Meimei feia!"

(Referência: Texto de Arnaldo Rocha. Trecho do livro "Chico Xavier - Mandato de Amor". União Espírita Mineira - Belo Horizonte, 1992.
Do Site Nosso São Paulo: http://www.nossosaopaulo.com.br/Espiritismo/B_Meimei.htm)

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Página de Gratidão

 
“Agradeço, alma querida e boa, a presença e o carinho, com que vens partilhar a festa da amizade, espargindo esperança ao longo do caminho.
Sei que deixastes obrigações ao longe, para colaborar no alívio aos companheiros que carregam solidão, abandono, infortúnio, pesar…
Trocaste as horas de refazimento, de alegria e lazer, para aceitar conosco o amparo aos semelhantes por sublime dever.
A ternura fraterna que nos trazes, lembra clarão de renascente aurora, dissipando, de súbito, a sombra que domina, a dor que se dispersa e a penúria que chora.
Pôs mais rebusque o mundo das palavras, não consigo compor a frase que enalteça ou que defina o teu gesto de amor.
Por isso, digo apenas, ante a luz da oração que nos bendiz:
- Deus te guarde, alma irmã, Deus te compense, Deus te faça feliz!…”

(De: “Taça de Luz” (Espíritos Diversos), de Francisco Cândido Xavier)

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